sexta-feira, 8 de abril de 2011
A prefeitura Municipal de Mãe d’água divulgou a programação oficial do João Pedro 2011, que acontece de 12 a 17 de julho próximo. Durante uma semana, os festejos juninos fora de época do município terão apresentações folclóricas, forró pé de serra e grandes atrações que se apresentarão nos palcos principais da festa: um montado no distrito de Santa Maria Gorete e outro na sede do Município.
“Nos anos anteriores nós costumávamos realizar o evento começando num final de semana no distrito de Santa Maria Gorete, e encerrando noutro final de semana na cidade de Mãe d’água, o que de certa forma quebrava o ritmo da festa. Esse ano vamos fazer diferente, ou seja, a festa começará numa terça feira e se estenderá durante toda semana com os tradicionais forrós pé de serra nas comunidades, e momento máximo as apresentações das bandas num único fim de semana, tanto em Santa Maria, como na sede do Município” explicou o prefeito Péricles Viana de Oliveira Junior – Junior Tota.
Ainda de acordo com o prefeito, outra novidade esse ano é a mudança do local da festa no distrito de Santa Maria Gorete. A coordenação do evento estuda um espaço mais amplo que possa abrigar o palco, o dance, as barracas que vendem comidas e bebidas típicas e o tradicional parque de diversão que atrai a garotada. Segundo Junior Tota, “ O local onde antes o palco era montado ficou pequeno, pois o evento vem crescendo consideravelmente ao longo dos últimos anos”
Confirma a programação do João Pedro de Mãe d’água de 2011.
Dia 12/07/11 (terça feira) - abertura da festa com corrida de jegue e o tradicional forró da tripa.
Dia 13/07/11 (quarta feira) – Forró na comunidade Carirí.
Dia 14/07/11 (quinta feira) - forró da Vila Capoeira, comunidade próxima ao açude Capoeira.
Dia 15/07/11 (sexta feira) – Abertura oficial do evento no Distrito de Santa Maria Gorete com as bandas Forró Pegado e Espora de Ouro.
Dia 16/07/11 (sábado) – Em Mãe d’água - bandas: Forró da Curtição e Bonde do Brasil.
Dia 17/07/11 (domingo) Encerramento com o forró da ressacada animado pela banda Forró da Xeta.
O prefeito Junior Tota disse que mesmo diante das dificuldades financeiras que atravessa o município, a administração não poderia deixar de investir nesse evento que já faz parte do calendário festivo do Estado da Paraíba. “Infelizmente não dispomos de recursos que pudesse resultar na contração de outras grandes atrações de renome nacional, além das que já contratamos” Justifica o prefeito. “A prefeitura vai bancar sozinha todas as despesas. Contudo, tenho certeza que o objetivo maior do evento, que é o de reunir as famílias do município, inclusive as pessoas que estão trabalhando em outras regiões, será alcançado” Acredita Tota.
Além da confraternização das famílias de Mãe d’água, a festa do tradicional João Pedro garante aos comerciantes uma renda extra, umavez que o evento atrai centenas de turistas de toda a região que procuram a cidade para se divertir.
“Nos anos anteriores nós costumávamos realizar o evento começando num final de semana no distrito de Santa Maria Gorete, e encerrando noutro final de semana na cidade de Mãe d’água, o que de certa forma quebrava o ritmo da festa. Esse ano vamos fazer diferente, ou seja, a festa começará numa terça feira e se estenderá durante toda semana com os tradicionais forrós pé de serra nas comunidades, e momento máximo as apresentações das bandas num único fim de semana, tanto em Santa Maria, como na sede do Município” explicou o prefeito Péricles Viana de Oliveira Junior – Junior Tota.
Ainda de acordo com o prefeito, outra novidade esse ano é a mudança do local da festa no distrito de Santa Maria Gorete. A coordenação do evento estuda um espaço mais amplo que possa abrigar o palco, o dance, as barracas que vendem comidas e bebidas típicas e o tradicional parque de diversão que atrai a garotada. Segundo Junior Tota, “ O local onde antes o palco era montado ficou pequeno, pois o evento vem crescendo consideravelmente ao longo dos últimos anos”
Confirma a programação do João Pedro de Mãe d’água de 2011.
Dia 12/07/11 (terça feira) - abertura da festa com corrida de jegue e o tradicional forró da tripa.
Dia 13/07/11 (quarta feira) – Forró na comunidade Carirí.
Dia 14/07/11 (quinta feira) - forró da Vila Capoeira, comunidade próxima ao açude Capoeira.
Dia 15/07/11 (sexta feira) – Abertura oficial do evento no Distrito de Santa Maria Gorete com as bandas Forró Pegado e Espora de Ouro.
Dia 16/07/11 (sábado) – Em Mãe d’água - bandas: Forró da Curtição e Bonde do Brasil.
Dia 17/07/11 (domingo) Encerramento com o forró da ressacada animado pela banda Forró da Xeta.
O prefeito Junior Tota disse que mesmo diante das dificuldades financeiras que atravessa o município, a administração não poderia deixar de investir nesse evento que já faz parte do calendário festivo do Estado da Paraíba. “Infelizmente não dispomos de recursos que pudesse resultar na contração de outras grandes atrações de renome nacional, além das que já contratamos” Justifica o prefeito. “A prefeitura vai bancar sozinha todas as despesas. Contudo, tenho certeza que o objetivo maior do evento, que é o de reunir as famílias do município, inclusive as pessoas que estão trabalhando em outras regiões, será alcançado” Acredita Tota.
Além da confraternização das famílias de Mãe d’água, a festa do tradicional João Pedro garante aos comerciantes uma renda extra, umavez que o evento atrai centenas de turistas de toda a região que procuram a cidade para se divertir.
jipeiros em mae dagua
neste
neste sabado dia 09/04/2011, mais uma vez mae dagua vai fazer parte do caminhos dos jipeiros, que todos os anos eles já faizer parte do calendario turristico deste municipio entao amanha aprti das 12:30 em frente hotel municipal vai para junto com prefeito junior tota rebecer todos vai ser uma grande festa .
neste sabado dia 09/04/2011, mais uma vez mae dagua vai fazer parte do caminhos dos jipeiros, que todos os anos eles já faizer parte do calendario turristico deste municipio entao amanha aprti das 12:30 em frente hotel municipal vai para junto com prefeito junior tota rebecer todos vai ser uma grande festa .
quarta-feira, 6 de abril de 2011
PREFEITURA TRABALHANDO PARA O POVO
A prefeitura Municipal de Mãe d’água continua levando benefícios importantes para as comunidades, graças ao trabalho feito em parceria com a população, idealizado pela administração, que vem apresentando excelentes resultados.
Um mutirão formado por secretários, funcionários públicos, vereadores e a população, tem recuperado trechos críticos de estradas vicinais que cortam o município e devolvendo a acessibilidade aos moradores. Por conta das chuvas, alguns trechos das estradas que ligam a zona rural à sede do município ficaram praticamente intransitáveis por conta das erosões provocadas pelas águas.
Depois da recuperação do trecho conhecido por Ladeira da Cruz dos Mortos, que liga a cidade de Mãe d’água ao vizinho município de Imaculada, o mutirão centrou forças para concertar um trecho destruído na Ladeira do Minadouro, localizado no sítio Escondido. Com a recuperação desse trecho, aproximadamente 300 pessoas das Comunidades Escondido, Torres, Olho D’água, Amaro, Serrinha e Barriguda foram beneficiadas, especialmente os estudantes que se deslocam dessas comunidades paras as escolas da cidade.
Pele menos 40 voluntários, entre pedreiros, motoristas, secretários, estudantes, professores, operadores de máquinas e o próprio prefeito Péricles Viana de Oliveira Junior – Junior Tota – se uniram em mais essa empreitada. “É muito simples. A parceria funciona da seguinte forma: a prefeitura disponibiliza o maquinário necessário, compra o material como cimento, areia, e outros, e a população contribui com a mão de obra”. Explica o prefeito.
Além do prefeito Junior Tota, fizeram parte do mutirão o secretário de Infraestrutura, Rivaldo Campos; da Agricultura, Rivaldo Sebastião; de Cultura, Rosana leão; Educação, Socorro Lopes; dos vereadores Del de Rivaldo e Biu de Duda, e demais membros das comunidades. Depois da conclusão da obra, todos comemoraram o sucesso da parceria com a realização de uma pequena confraternização realizada no local.
Para Rivaldo Campos, secretário de Infraestrutura, essa política de parcerias adotada pelo prefeito Junior Tota, foi uma iniciativa inteligente para driblar a crise financeira por que passa a administração.
“Acredito que a parceria é o melhor caminho para a superação dos obstáculos e para a resolução dos problemas quando os recursos financeiros são escassos ou insuficientes para suprir as demandas de um município pobre como é o caso do nosso. É ouvindo a população e trabalhando de mãos dadas com ela que iremos proporcionar melhorias na qualidade de vida de todos. A política do Prefeito Júnior Tota é a política do bem comum focada no desenvolvimento do município e no bem estar de todos os maedaguense”. Concluiu Campos.
Um mutirão formado por secretários, funcionários públicos, vereadores e a população, tem recuperado trechos críticos de estradas vicinais que cortam o município e devolvendo a acessibilidade aos moradores. Por conta das chuvas, alguns trechos das estradas que ligam a zona rural à sede do município ficaram praticamente intransitáveis por conta das erosões provocadas pelas águas.
Depois da recuperação do trecho conhecido por Ladeira da Cruz dos Mortos, que liga a cidade de Mãe d’água ao vizinho município de Imaculada, o mutirão centrou forças para concertar um trecho destruído na Ladeira do Minadouro, localizado no sítio Escondido. Com a recuperação desse trecho, aproximadamente 300 pessoas das Comunidades Escondido, Torres, Olho D’água, Amaro, Serrinha e Barriguda foram beneficiadas, especialmente os estudantes que se deslocam dessas comunidades paras as escolas da cidade.
Pele menos 40 voluntários, entre pedreiros, motoristas, secretários, estudantes, professores, operadores de máquinas e o próprio prefeito Péricles Viana de Oliveira Junior – Junior Tota – se uniram em mais essa empreitada. “É muito simples. A parceria funciona da seguinte forma: a prefeitura disponibiliza o maquinário necessário, compra o material como cimento, areia, e outros, e a população contribui com a mão de obra”. Explica o prefeito.
Além do prefeito Junior Tota, fizeram parte do mutirão o secretário de Infraestrutura, Rivaldo Campos; da Agricultura, Rivaldo Sebastião; de Cultura, Rosana leão; Educação, Socorro Lopes; dos vereadores Del de Rivaldo e Biu de Duda, e demais membros das comunidades. Depois da conclusão da obra, todos comemoraram o sucesso da parceria com a realização de uma pequena confraternização realizada no local.
Para Rivaldo Campos, secretário de Infraestrutura, essa política de parcerias adotada pelo prefeito Junior Tota, foi uma iniciativa inteligente para driblar a crise financeira por que passa a administração.
“Acredito que a parceria é o melhor caminho para a superação dos obstáculos e para a resolução dos problemas quando os recursos financeiros são escassos ou insuficientes para suprir as demandas de um município pobre como é o caso do nosso. É ouvindo a população e trabalhando de mãos dadas com ela que iremos proporcionar melhorias na qualidade de vida de todos. A política do Prefeito Júnior Tota é a política do bem comum focada no desenvolvimento do município e no bem estar de todos os maedaguense”. Concluiu Campos.
segunda-feira, 28 de março de 2011
A Prefeitura Municipal de Mãe d’água, através da secretaria de Agricultura, continua cadastrando os criadores para a vacinação contra a febre aftosa e antirábica, que também será aplicada esse ano. A vacinação está prevista para acontecer no início do mês do maio do corrente ano.
Rivaldo Sebastião, secretário de Agricultura do Município, informou que o cadastrado vai até o dia 20 de abril. “O criador deve procurar a secretaria e informar a quantidade de seu rebanho; A partir desse levantamento a prefeitura adquire as doses e vai até o criador aplicar no rebanho” explica Rivaldo.
Em 2010, 93 criadores fizeram o cadastro e a secretaria vacinou 1.046 animais. A expectativa é de que esse número aumente em 2011. Uma equipe, formada pelo Secretário Rivaldo Sebastião, o veterinário do município, Rodrigo Alves Monteiro e mais duas pessoas de apoio, percorreram as 22 Associações Rurais do Município para aplicar as doses. “graças a esse trabalho, há vários anos o município de Mãe d’água não registra nenhum caso da doença” informou Rivaldo.
A DOENÇA
A Febre aftosa é uma enfermidade altamente contagiosa que ataca a todos os animais de casco fendido, principalmente bovinos, suínos, ovinos e caprinos, e muito menos os carnívoros, mamíferos; os animais solípedes são resistentes. Dá-se em todas as idades, independente de sexo, raça e clima.
A doença é produzida pelo menos por seis tipos de vírus, classificados como A,O,C,SAT-1,SAT-2 e SAT-3, sendo que os três últimos foram isolados na África e os demais apresentam ampla disseminação. Não há transmissores de aftosa, o vírus é vinculado pelo ar, pela água e alimentos, apesar de ser sensível ao calor e a luz.
A imunidade contra um deles não protege contra os outros. Além disso, constataram-se alguns subtipos dos vírus citados, com a particularidade de que uns causam ataques mais graves que outros e alguns se propagam mais facilmente. Esta complexidade, apresenta um aspecto muito desfavorável, pois um animal atacado por um tipo de vírus, embora ofereça resistência ao mesmo, é ainda suscetível aos outros tipos e subtipos.
PREJUÍZOS CAUSADOS
A gravidade da aftosa não decorre das mortes que ocasiona, mas principalmente dos prejuízos econômicos, atingindo todos os pecuaristas, desde os pequenos até os grandes produtores. Causa em conseqüência da febre e da perda de apetite, sob as formas de quebra da produção leiteira, perda de peso, crescimento retardado e menor eficiência reprodutiva. Pode levar à morte, principalmente os animais jovens; As propriedades que têm animais doentes são interditadas; A exportação da carne e dos produtos derivados torna-se difícil; Provoca aborto e infertilidade; Os animais doentes podem adquirir com maior facilidade outras doenças, devido à sua fraqueza.
TRANSMISSÃO
A febre aftosa é uma doença extremamente infecciosa. O Vírus se isola em grandes concentrações no líquido das vesículas que se formam na mucosa da língua e nos tecidos moles em torno das unhas. O sangue contém grandes quantidades de vírus durante as fases iniciais da enfermidade, quando o animal é muito contagioso.
Quando as vesículas arrebentam, o vírus passa à saliva e com a baba infecta os alojamentos, os pastos e as estradas onde passa o animal doente. Resiste durante meses em carcaças congeladas, principalmente na medula óssea. Dura muito tempo na erva dos pastos e na forragem ensilada. Persiste por tempo prolongado na farinha de ossos, nos couros e nos fardos de ração.
Outras vezes o contágio é indireto e, nesse caso, o vírus é transportado através de alimentos, água, ar e pássaros. Também as pessoas que cuidam dos animais doentes levam em suas mãos, na roupa ou nos calçados, o vírus, o qual é capaz de contaminar animais sadios. Nos animais infectados naturalmente, o período de incubação, varia de dezoito horas e três semanas.
SINTOMAS
A elevação da temperatura e a diminuição do apetite são os primeiros indícios da infecção. O vírus ataca a boca, língua, estômago, intestinos, pele em torno das unhas e na coroa. No inicio, febre com papulas que se transformam em pústulas, em vesículas, que se rompem e dão aftas na língua, lábios, gengivas e entre os cascos, o animal baba muito e tem dificuldade de se alimentar. Devido às lesões entre os cascos, o animal tem dificuldade de se locomover. Nos dois primeiros dias a infecção progride pelo sangue produzindo febre; depois aparecem as vesículas na boca e no pé. Também surgem nas tetas. Então a febre desaparece, porém, a produção de leite cai e a manqueira aparece, bem como a mamite com todas as suas graves conseqüências.
Rivaldo Sebastião, secretário de Agricultura do Município, informou que o cadastrado vai até o dia 20 de abril. “O criador deve procurar a secretaria e informar a quantidade de seu rebanho; A partir desse levantamento a prefeitura adquire as doses e vai até o criador aplicar no rebanho” explica Rivaldo.
Em 2010, 93 criadores fizeram o cadastro e a secretaria vacinou 1.046 animais. A expectativa é de que esse número aumente em 2011. Uma equipe, formada pelo Secretário Rivaldo Sebastião, o veterinário do município, Rodrigo Alves Monteiro e mais duas pessoas de apoio, percorreram as 22 Associações Rurais do Município para aplicar as doses. “graças a esse trabalho, há vários anos o município de Mãe d’água não registra nenhum caso da doença” informou Rivaldo.
A DOENÇA
A Febre aftosa é uma enfermidade altamente contagiosa que ataca a todos os animais de casco fendido, principalmente bovinos, suínos, ovinos e caprinos, e muito menos os carnívoros, mamíferos; os animais solípedes são resistentes. Dá-se em todas as idades, independente de sexo, raça e clima.
A doença é produzida pelo menos por seis tipos de vírus, classificados como A,O,C,SAT-1,SAT-2 e SAT-3, sendo que os três últimos foram isolados na África e os demais apresentam ampla disseminação. Não há transmissores de aftosa, o vírus é vinculado pelo ar, pela água e alimentos, apesar de ser sensível ao calor e a luz.
A imunidade contra um deles não protege contra os outros. Além disso, constataram-se alguns subtipos dos vírus citados, com a particularidade de que uns causam ataques mais graves que outros e alguns se propagam mais facilmente. Esta complexidade, apresenta um aspecto muito desfavorável, pois um animal atacado por um tipo de vírus, embora ofereça resistência ao mesmo, é ainda suscetível aos outros tipos e subtipos.
PREJUÍZOS CAUSADOS
A gravidade da aftosa não decorre das mortes que ocasiona, mas principalmente dos prejuízos econômicos, atingindo todos os pecuaristas, desde os pequenos até os grandes produtores. Causa em conseqüência da febre e da perda de apetite, sob as formas de quebra da produção leiteira, perda de peso, crescimento retardado e menor eficiência reprodutiva. Pode levar à morte, principalmente os animais jovens; As propriedades que têm animais doentes são interditadas; A exportação da carne e dos produtos derivados torna-se difícil; Provoca aborto e infertilidade; Os animais doentes podem adquirir com maior facilidade outras doenças, devido à sua fraqueza.
TRANSMISSÃO
A febre aftosa é uma doença extremamente infecciosa. O Vírus se isola em grandes concentrações no líquido das vesículas que se formam na mucosa da língua e nos tecidos moles em torno das unhas. O sangue contém grandes quantidades de vírus durante as fases iniciais da enfermidade, quando o animal é muito contagioso.
Quando as vesículas arrebentam, o vírus passa à saliva e com a baba infecta os alojamentos, os pastos e as estradas onde passa o animal doente. Resiste durante meses em carcaças congeladas, principalmente na medula óssea. Dura muito tempo na erva dos pastos e na forragem ensilada. Persiste por tempo prolongado na farinha de ossos, nos couros e nos fardos de ração.
Outras vezes o contágio é indireto e, nesse caso, o vírus é transportado através de alimentos, água, ar e pássaros. Também as pessoas que cuidam dos animais doentes levam em suas mãos, na roupa ou nos calçados, o vírus, o qual é capaz de contaminar animais sadios. Nos animais infectados naturalmente, o período de incubação, varia de dezoito horas e três semanas.
SINTOMAS
A elevação da temperatura e a diminuição do apetite são os primeiros indícios da infecção. O vírus ataca a boca, língua, estômago, intestinos, pele em torno das unhas e na coroa. No inicio, febre com papulas que se transformam em pústulas, em vesículas, que se rompem e dão aftas na língua, lábios, gengivas e entre os cascos, o animal baba muito e tem dificuldade de se alimentar. Devido às lesões entre os cascos, o animal tem dificuldade de se locomover. Nos dois primeiros dias a infecção progride pelo sangue produzindo febre; depois aparecem as vesículas na boca e no pé. Também surgem nas tetas. Então a febre desaparece, porém, a produção de leite cai e a manqueira aparece, bem como a mamite com todas as suas graves conseqüências.
domingo, 27 de março de 2011
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